Os Índios da Tribo de Olivença comiam a Jaca e estavam
preparados para assar a semente de jaca, para enfim ficarem fortalecidos pela
proteína da natureza.
O sol estava radiante, nesse instante a rainha do chefe
da Tribo de Olivença estava apreciando a semente que plantara a semente de
jaca.
Fortalecidos pela juventude eterna, os índios faziam
fumaça pra alegrar o ritual de admiração da Lua cheia, enquanto o sol iluminava
outra parte do planeta.
Viver eternos na floresta era como uma abelha tirando o
néctar das flores pra produzir o melhor doce mel, pra elevar o gigante lá do
céu que fez soprar o fôlego da vida, através do vento que faz a onda do mar se
formar.
As ondas podem derrubar qualquer um caso queira se
aventurar, pois com a força da natureza não se pode brincar, pois assim como o
fogo queima a plantação, assim também a natureza se volta contra aquele que não
a respeita.
A terra treme quando se ouve o trovão, a voz do supremo
da criação faz brilhar o sol do sertão, queimar as antigas dores da humanidade.
Resgatar esse sistema para um novo reinado eterno, o Juiz supremo bateu o seu martelo.
Na montanha ouve-se o grito da honra, viver feliz sem
nenhuma vergonha de se aventurar pela natureza, observar as estrelas. Correr
tranquilo sem nenhum inimigo pra nos derrubar, ficar tranquilo vendo o sol
brilhar.
A chuva chegou pra trazer o nosso novo maná, sempre rica
a fartura que há. O verde nos faz sonhar. Estamos vivendo nosso novo império, o
sistema nunca será corrupto, pois a ganância é ver o sorriso de uma criança
admirando a criação, enquanto a fruta madura cai no chão.
A Semente da jaca está preparada, cozida e os Índios da
Tribo de Olivença a comem, mas que delicia, o chefe da tribo de Olivença beija
a boca da sua bela rainha, então o mar ventila e vem um novo fruto: Uma vida no útero.
Texto:
Matheus SAÓH