446 - Cartaz de divulgação (O Leão Baio da Bahia)

A Bahia é um estado rico por suas belezas naturais e foi exatamente na Bahia que o Brasil foi descoberto. Como a Bahia é rica por suas belas praias e pela Mata atlântica que guarda histórias antigas dos seus diversos Índios que habitaram e ainda habitam essa bela região, esse livro trata da existência do Rei da natureza, que devido à desobediência do primeiro casal em um jardim o levou a estar ameaçado de extinção.
O Leão Baio é amigo eterno dos Índios da Tribo de Olivença, nesse livro poético que fala do futuro em linguagem simples, dedicado às crianças e os adolescentes.

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445 - Bem - Te - Vi

Na floresta o Pássaro estava anunciando a chegada do Rei da Natureza. O Rei Leão Baio estava no alto observando o pássaro que voava, assim como a Gralha.
O Bem – te – vi estava cantando alegre, e o chefe da Tribo de Olivença estava dizendo:
“Bem que eu vi a semente no meu quintal cair...”.
Aquela semente fez uma grande plantação de elementos da natureza que não foi feito em vão.
Toda a natureza é sagrada, assim como a água que deságua nas fontes da vida que tiram a sede de toda família.
Aquele belo pássaro: O Beija – flor estava fazendo todos esperançosos para um novo dia.
A colheita era muita para toda a tribo Tupinambá, que louvava o poderoso Jah, ele que fez a flor crescer e secar, aquele que fez a tribo toda se encantar.
Fazendo o sol brilhar para toda a humanidade, não tinha cor superior, apenas um povo de toda cor, unidos cantando louvor.
Agradecendo por mais um dia de benção derramado por toda a família.
A Família Tupinambá tocavam harpas e batiam tambor pra louvar o Poderoso Senhor, aquele que os levou a redenção, que fez a tribo toda ter seu pão.
O fogo queimava na fogueira e a água límpida caia na lagoa e na cachoeira.
O Pardal voava no litoral, observava o verde do matagal.
O Rei Leão Baio no alto da montanha rugia e toda vila ouvia o rei da floresta e a abelha tirava o néctar.
Todos unidos falavam em uma nova conquista:
“A conquista da Terra Prometida”.

Texto: Matheus SAÓH

444 - O Pé de Jaca

Os Índios da Tribo de Olivença comiam a Jaca e estavam preparados para assar a semente de jaca, para enfim ficarem fortalecidos pela proteína da natureza. 
O sol estava radiante, nesse instante a rainha do chefe da Tribo de Olivença estava apreciando a semente que plantara a semente de jaca.
Fortalecidos pela juventude eterna, os índios faziam fumaça pra alegrar o ritual de admiração da Lua cheia, enquanto o sol iluminava outra parte do planeta.
Viver eternos na floresta era como uma abelha tirando o néctar das flores pra produzir o melhor doce mel, pra elevar o gigante lá do céu que fez soprar o fôlego da vida, através do vento que faz a onda do mar se formar.
As ondas podem derrubar qualquer um caso queira se aventurar, pois com a força da natureza não se pode brincar, pois assim como o fogo queima a plantação, assim também a natureza se volta contra aquele que não a respeita.
A terra treme quando se ouve o trovão, a voz do supremo da criação faz brilhar o sol do sertão, queimar as antigas dores da humanidade. Resgatar esse sistema para um novo reinado eterno, o Juiz supremo bateu o seu martelo.
Na montanha ouve-se o grito da honra, viver feliz sem nenhuma vergonha de se aventurar pela natureza, observar as estrelas. Correr tranquilo sem nenhum inimigo pra nos derrubar, ficar tranquilo vendo o sol brilhar.
A chuva chegou pra trazer o nosso novo maná, sempre rica a fartura que há. O verde nos faz sonhar. Estamos vivendo nosso novo império, o sistema nunca será corrupto, pois a ganância é ver o sorriso de uma criança admirando a criação, enquanto a fruta madura cai no chão.
A Semente da jaca está preparada, cozida e os Índios da Tribo de Olivença a comem, mas que delicia, o chefe da tribo de Olivença beija a boca da sua bela rainha, então o mar ventila e vem um novo fruto: Uma vida no útero.

Texto: Matheus SAÓH





443 - A selva dos Micos Leões Dourados

A selva estava dominada pela paz que reinava eternamente naquele oriente tropical, o sol brilhava produzindo uma luz que fazia com que os Índios da Tribo de Olivença fossem ricos em vitamina D.
Os Micos Leões Dourados estavam em suas respectivas árvores admirando um Índio que os alimentava. Quem poderia por a mão para vender um animal que era protegido por todos da vila de Olivença?
As ovelhas comiam o seu pasto e o Rei Leão Baio as observava, por mais incrível que parecesse ambos viviam em harmonia, pois toda a natureza obedecia ao Rei do Monte Sião. Aquele mesmo Deus que libertou o seu povo da escravidão, tinha libertado o homem da ignorância proporcionada pela Babilônia.
A Babilônia tinha então desabado sobre o chão dos antigos Reis hipócritas que adoravam a besta e ofereciam incenso em seu altar.
Os índios da Tribo Tupinambá estavam alegres em saber que o libertador de Israel tinha tomado à posse de toda a terra que antes pertenciam ao mesmo povo sofrido que tinha derramado o seu sangue no chão, agonizando a dor de uma antiga rebelião.
As ondas do mar como a justiça de Jah, faziam toda a Tribo Tupinambá cantar louvores ao todo poderoso, que fez a água ficar limpa naquele rio que era um antigo esgoto. A flor se abria ao ver o sol brilhar e as crianças da Tribo Tupinambá andavam tranquilas no jardim, observando a natureza e a pureza vinda do alto do céu.
O vento soprava e a flor seca voava pelo sertão, ambos unidos num templo estavam fazendo uma oração, agradecendo ao supremo pelo ar da respiração, não havia nenhum aspecto de poluição na selva, pois o Deus de Abraão tinha nos dado a vitória.
A flora e a fauna estavam alegres unidas cantando louvor ao todo poderoso que fez acender uma chama na caverna pra iluminar a Tribo Tupinambá, amanhecendo sempre verde no Jardim de Jeová.

Texto: Matheus SAÓH

442 - O Império do Leão Baio

Continuando despertos todos naquele paraíso estavam alegres observando a Lua e o seu ciclo, até mesmo a plantação tinha que obedecer a rainha do céu que vestia o seu vestido preparado para o seu casamento com o Rei.
O Rei estava no seu cavalo branco, preparado para o banquete que celebrava a sua vinda a terra, ele sofreu por toda a humanidade e agora depois da tempestade, tinha livrado a humanidade da escuridão.
O sol brilhava para toda a Tribo Tupinambá que louvava o poderoso Jah. As estrelas estavam brilhando em uma forma única e a semente estava germinando no chão, o verde das ervas dominavam aquele jardim eterno.
As aves estavam voando no litoral baiano, todos estavam admirados com tantas aves de diferentes espécies sobrevoando o sul da Bahia.
O Rei Leão Baio rugia no alto da montanha anunciando o seu reinado eterno e os índios da Tribo de Olivença viam os mortos se levantando do antigo cemitério.
O pecado cometido no antigo jardim já era passado, para todos os seres humanos que herdaram desse tal pecado, quem foi que disse que viemos do macaco?
Viemos de dois humanos perfeitos que não aproveitaram a sua perfeição, eles tinha tudo, mas ouviram o “Pai da maldição”.
Aquele que causou guerras, aflição e agora em pleno século 21, quer por fim a toda civilização.
A Gralha azul voava observando o Pinheiro e germinava no chão o pinhão para produzir no futuro árvores milenares e altas.
Os coqueiros e o cacaueiro estavam alimentando os índios da Tribo de Olivença, e a selva era o lugar para todos que admiravam a maior estrela.
A estrela da manhã brilhava no Monte Sião. Monte de ouro enterrado na Coxilha Rica tornava o fazendeiro milionário. A maior riqueza para a Tribo de Olivença era ser amigo do Rei da natureza.

Texto: Matheus SAÓH


441 - O Papa Capim

O Papa Capim voava pelo jardim. Bela a rainha do chefe da Tribo de Olivença tomava banho, na cachoeira, bela trigueira.
Morena... Honrava o seu pastor. O maior repleto doutor.
Assim ela o chamava, pois ela o tanto amava.
O canário cantava, pra anunciar a chegada do Rei da floresta.
Ele o Rei Leão Baio. A selva não seria selva se o homem o caçasse.
O Beija flor estava beijando a flor. A flor se abria e a abelha fabricava o mais doce mel e o Rei trovejava no mar pra anunciar a sua imensidão. A tribo de Olivença louvava a natureza e se ouvia o som dos Anjos no céu tocando as trombetas.
O castelo de ouro e as nuvens do céu.
Tudo reluzindo um paraíso visto pelo mais alto dos Pirenéus.
As aves voavam naquela nova tempestade. A tempestade já tinha passado e o Deus de Abraão já tinha nos salvado.
Eternos os índios da Tribo de Olivença faziam fumaça pra elevar a mais pura consciência.
Foi no Sul da Bahia que começou o império do Brasil. Vamos ao rio que encontra o mar louvar o poderoso Jah?
Falava o chefe da Tribo de Olivença, que tinha lembrado as antigas dores que sofrera e hoje era passado, pois o homem branco vivia em harmonia com a natureza. A ganancia do capitalismo era coisa do passado.
Porto seguro. Dizia na carta. Aqui é uma terra santa, abençoada.
Aqui o sol nasce e ilumina os passos dos povos Indígenas.
Só mesmo um grande Deus para ter estabelecida. Os Índios da Tribo de Olivença louvavam o pai de toda a fortaleza.

Texto: Matheus SAÓH




440 - O Paraíso dos Coqueiros

Água de coco é tão boa para o corpo, pureza natural, assim como o sal.
O mar ventila no sul da Bahia. Todas as janelas estavam abertas, observando o belo por do sol.
As águas do oceano atlântico, pureza nas ondas do todo poderoso, aquele que salvou e guiou o seu povo pra uma terra prometida, todos admiravam o trabalho das formigas.
A menor da natureza eleva os pensamentos dos sábios à grandeza.
O Rei do monte Sião domina e a tribo de Olivença o idolatra. O único Deus que mandou o seu filho pra morrer numa estaca.
Aquele que nos salvou da dor e da aflição. Aquele que colocou mel nos favos das abelhas. O supremo que soprou fôlego de vida e criou a rainha das Formigas.
Os coqueiros centenários estavam produzindo a melhor bebida para todos da vila. Que bela realização, o fruto do cacaueiro estava saboroso para todos os irmãos. Porque aquela terra prometida era uma única nação.
A salvação vem do Rei de Sião, vamos cantar louvores ao todo poderoso?
Dizia ansioso por uma nova canção, o chefe da tribo de Olivença que naquele momento comia o seu pão.
Parque de Olivença, a mais repleta natureza eleva os pensamentos de grandeza.
O Rei Leão Baio domina no alto da montanha, nas cavernas abriga o seu extinto animal.
As Gralhas Azuis voam pelas belas coxilhas, enquanto as Raposas das Matas atlânticas tem seus filhotes.
Belo Reino na floresta. Pura como a água que deságua na cachoeira e o som das ondas do mar invade a natureza.
Os índios da Tribo de Olivença estavam admirados perante tanta grandeza do sábio criador de toda a fortaleza.

Texto: Matheus SAÓH