440 - O Paraíso dos Coqueiros

Água de coco é tão boa para o corpo, pureza natural, assim como o sal.
O mar ventila no sul da Bahia. Todas as janelas estavam abertas, observando o belo por do sol.
As águas do oceano atlântico, pureza nas ondas do todo poderoso, aquele que salvou e guiou o seu povo pra uma terra prometida, todos admiravam o trabalho das formigas.
A menor da natureza eleva os pensamentos dos sábios à grandeza.
O Rei do monte Sião domina e a tribo de Olivença o idolatra. O único Deus que mandou o seu filho pra morrer numa estaca.
Aquele que nos salvou da dor e da aflição. Aquele que colocou mel nos favos das abelhas. O supremo que soprou fôlego de vida e criou a rainha das Formigas.
Os coqueiros centenários estavam produzindo a melhor bebida para todos da vila. Que bela realização, o fruto do cacaueiro estava saboroso para todos os irmãos. Porque aquela terra prometida era uma única nação.
A salvação vem do Rei de Sião, vamos cantar louvores ao todo poderoso?
Dizia ansioso por uma nova canção, o chefe da tribo de Olivença que naquele momento comia o seu pão.
Parque de Olivença, a mais repleta natureza eleva os pensamentos de grandeza.
O Rei Leão Baio domina no alto da montanha, nas cavernas abriga o seu extinto animal.
As Gralhas Azuis voam pelas belas coxilhas, enquanto as Raposas das Matas atlânticas tem seus filhotes.
Belo Reino na floresta. Pura como a água que deságua na cachoeira e o som das ondas do mar invade a natureza.
Os índios da Tribo de Olivença estavam admirados perante tanta grandeza do sábio criador de toda a fortaleza.

Texto: Matheus SAÓH