O Bem – te – vi estava cantando alegre, e o chefe da
Tribo de Olivença estava dizendo:
“Bem que eu vi a semente no meu quintal cair...”.
Aquela semente fez uma grande plantação de elementos da
natureza que não foi feito em vão.
Toda a natureza é sagrada, assim como a água que deságua
nas fontes da vida que tiram a sede de toda família.
Aquele belo pássaro: O Beija – flor estava fazendo todos
esperançosos para um novo dia.
A colheita era muita para toda a tribo Tupinambá, que
louvava o poderoso Jah, ele que fez a flor crescer e secar, aquele que fez a
tribo toda se encantar.
Fazendo o sol brilhar para toda a humanidade, não tinha
cor superior, apenas um povo de toda cor, unidos cantando louvor.
Agradecendo por mais um dia de benção derramado por toda
a família.
A Família Tupinambá tocavam harpas e batiam tambor pra
louvar o Poderoso Senhor, aquele que os levou a redenção, que fez a tribo toda
ter seu pão.
O fogo queimava na fogueira e a água límpida caia na
lagoa e na cachoeira.
O Pardal voava no litoral, observava o verde do matagal.
O Rei Leão Baio no alto da montanha rugia e toda vila
ouvia o rei da floresta e a abelha tirava o néctar.
Todos unidos falavam em uma nova conquista:
“A conquista da Terra Prometida”.
Texto:
Matheus SAÓH