443 - A selva dos Micos Leões Dourados

A selva estava dominada pela paz que reinava eternamente naquele oriente tropical, o sol brilhava produzindo uma luz que fazia com que os Índios da Tribo de Olivença fossem ricos em vitamina D.
Os Micos Leões Dourados estavam em suas respectivas árvores admirando um Índio que os alimentava. Quem poderia por a mão para vender um animal que era protegido por todos da vila de Olivença?
As ovelhas comiam o seu pasto e o Rei Leão Baio as observava, por mais incrível que parecesse ambos viviam em harmonia, pois toda a natureza obedecia ao Rei do Monte Sião. Aquele mesmo Deus que libertou o seu povo da escravidão, tinha libertado o homem da ignorância proporcionada pela Babilônia.
A Babilônia tinha então desabado sobre o chão dos antigos Reis hipócritas que adoravam a besta e ofereciam incenso em seu altar.
Os índios da Tribo Tupinambá estavam alegres em saber que o libertador de Israel tinha tomado à posse de toda a terra que antes pertenciam ao mesmo povo sofrido que tinha derramado o seu sangue no chão, agonizando a dor de uma antiga rebelião.
As ondas do mar como a justiça de Jah, faziam toda a Tribo Tupinambá cantar louvores ao todo poderoso, que fez a água ficar limpa naquele rio que era um antigo esgoto. A flor se abria ao ver o sol brilhar e as crianças da Tribo Tupinambá andavam tranquilas no jardim, observando a natureza e a pureza vinda do alto do céu.
O vento soprava e a flor seca voava pelo sertão, ambos unidos num templo estavam fazendo uma oração, agradecendo ao supremo pelo ar da respiração, não havia nenhum aspecto de poluição na selva, pois o Deus de Abraão tinha nos dado a vitória.
A flora e a fauna estavam alegres unidas cantando louvor ao todo poderoso que fez acender uma chama na caverna pra iluminar a Tribo Tupinambá, amanhecendo sempre verde no Jardim de Jeová.

Texto: Matheus SAÓH