Os Micos Leões Dourados estavam em suas respectivas
árvores admirando um Índio que os alimentava. Quem poderia por a mão para
vender um animal que era protegido por todos da vila de Olivença?
As ovelhas comiam o seu pasto e o Rei Leão Baio as
observava, por mais incrível que parecesse ambos viviam em harmonia, pois toda
a natureza obedecia ao Rei do Monte Sião. Aquele mesmo Deus que libertou o seu
povo da escravidão, tinha libertado o homem da ignorância proporcionada pela
Babilônia.
A Babilônia tinha então desabado sobre o chão dos antigos
Reis hipócritas que adoravam a besta e ofereciam incenso em seu altar.
Os índios da Tribo Tupinambá estavam alegres em saber que
o libertador de Israel tinha tomado à posse de toda a terra que antes
pertenciam ao mesmo povo sofrido que tinha derramado o seu sangue no chão,
agonizando a dor de uma antiga rebelião.
As ondas do mar como a justiça de Jah, faziam toda a
Tribo Tupinambá cantar louvores ao todo poderoso, que fez a água ficar limpa
naquele rio que era um antigo esgoto. A flor se abria ao ver o sol brilhar e as
crianças da Tribo Tupinambá andavam tranquilas no jardim, observando a natureza
e a pureza vinda do alto do céu.
O vento soprava e a flor seca voava pelo sertão, ambos
unidos num templo estavam fazendo uma oração, agradecendo ao supremo pelo ar da
respiração, não havia nenhum aspecto de poluição na selva, pois o Deus de
Abraão tinha nos dado a vitória.
A flora e a fauna estavam alegres unidas cantando louvor
ao todo poderoso que fez acender uma chama na caverna pra iluminar a Tribo Tupinambá,
amanhecendo sempre verde no Jardim de Jeová.
Texto:
Matheus SAÓH