444 - O Pé de Jaca

Os Índios da Tribo de Olivença comiam a Jaca e estavam preparados para assar a semente de jaca, para enfim ficarem fortalecidos pela proteína da natureza. 
O sol estava radiante, nesse instante a rainha do chefe da Tribo de Olivença estava apreciando a semente que plantara a semente de jaca.
Fortalecidos pela juventude eterna, os índios faziam fumaça pra alegrar o ritual de admiração da Lua cheia, enquanto o sol iluminava outra parte do planeta.
Viver eternos na floresta era como uma abelha tirando o néctar das flores pra produzir o melhor doce mel, pra elevar o gigante lá do céu que fez soprar o fôlego da vida, através do vento que faz a onda do mar se formar.
As ondas podem derrubar qualquer um caso queira se aventurar, pois com a força da natureza não se pode brincar, pois assim como o fogo queima a plantação, assim também a natureza se volta contra aquele que não a respeita.
A terra treme quando se ouve o trovão, a voz do supremo da criação faz brilhar o sol do sertão, queimar as antigas dores da humanidade. Resgatar esse sistema para um novo reinado eterno, o Juiz supremo bateu o seu martelo.
Na montanha ouve-se o grito da honra, viver feliz sem nenhuma vergonha de se aventurar pela natureza, observar as estrelas. Correr tranquilo sem nenhum inimigo pra nos derrubar, ficar tranquilo vendo o sol brilhar.
A chuva chegou pra trazer o nosso novo maná, sempre rica a fartura que há. O verde nos faz sonhar. Estamos vivendo nosso novo império, o sistema nunca será corrupto, pois a ganância é ver o sorriso de uma criança admirando a criação, enquanto a fruta madura cai no chão.
A Semente da jaca está preparada, cozida e os Índios da Tribo de Olivença a comem, mas que delicia, o chefe da tribo de Olivença beija a boca da sua bela rainha, então o mar ventila e vem um novo fruto: Uma vida no útero.

Texto: Matheus SAÓH