Continuando despertos todos naquele paraíso estavam
alegres observando a Lua e o seu ciclo, até mesmo a plantação tinha que
obedecer a rainha do céu que vestia o seu vestido preparado para o seu
casamento com o Rei.
O Rei estava no seu cavalo branco, preparado para o
banquete que celebrava a sua vinda a terra, ele sofreu por toda a humanidade e
agora depois da tempestade, tinha livrado a humanidade da escuridão.
O sol brilhava para toda a Tribo Tupinambá que louvava o
poderoso Jah. As estrelas estavam brilhando em uma forma única e a semente
estava germinando no chão, o verde das ervas dominavam aquele jardim eterno.
As aves estavam voando no litoral baiano, todos estavam
admirados com tantas aves de diferentes espécies sobrevoando o sul da Bahia.
O Rei Leão Baio rugia no alto da montanha anunciando o
seu reinado eterno e os índios da Tribo de Olivença viam os mortos se
levantando do antigo cemitério.
O pecado cometido no antigo jardim já era passado, para
todos os seres humanos que herdaram desse tal pecado, quem foi que disse que
viemos do macaco?
Viemos de dois humanos perfeitos que não aproveitaram a
sua perfeição, eles tinha tudo, mas ouviram o “Pai da maldição”.
Aquele que causou guerras, aflição e agora em pleno
século 21, quer por fim a toda civilização.
A Gralha azul voava observando o Pinheiro e germinava no
chão o pinhão para produzir no futuro árvores milenares e altas.
Os coqueiros e o cacaueiro estavam alimentando os índios
da Tribo de Olivença, e a selva era o lugar para todos que admiravam a maior
estrela.
A estrela da manhã brilhava no Monte Sião. Monte de ouro
enterrado na Coxilha Rica tornava o fazendeiro milionário. A maior riqueza para
a Tribo de Olivença era ser amigo do Rei da natureza.
Texto:
Matheus SAÓH