439 - O Trono da Majestade

Naquela floresta os pássaros estavam voando, batendo as asas e a cegonha estava admirada. Observando o horizonte, o sol brilhante.
Até mesmo a bela ave admirava o trono da majestade. O Pinheiro gigante estava radiante, perseverando com o ar de preservação.
O Rei Leão Baio estava no alto da montanha, ao lado do chefe da Tribo de Olivença, naquele momento batia o ar de grandeza.
O vento soprava alimentando o coração, enquanto a água límpida caia no lago e deixava todos encantados.
De repente veio o trovão do magnifico Deus que soprou fôlego ao chefe da Tribo de Olivença, a voz do pai supremo soprava ao vento e ele dizia que naquele novo mundo já não existia o sofrimento.
Todos aqueles que tinham partido, voltaram á vida. Aqueles que dormiam em sono profundo, pensando eles que estavam no céu.
Pura ilusão, o vulcão já não entrava em erupção.
Todas as mentiras contadas viraram fábulas, o céu da tribo de Olivença era a própria natureza.
O cacaueiro estava produzindo o seu fruto para servir de alimentos, até mesmo a rainha do chefe da tribo estava relaxada, ao seu lado estava à girafa.
O elefante era o transporte das crianças e dos homens.
O criador vigiava o eterno jardim, os anjos estavam cantando louvores ao supremo pai da criação.
Louvado seja Jah, falava os Índios da tribo tupinambá.
A fumaça ficará acesa por toda a eternidade, o sol brilhava para todos naquela linda paisagem.
O Rei do monte Sião dominava a população. Todos da Tribo de Olivença cantavam louvores àquele que os criou. Aquele que os salvou.
O seu reino é eterno e domina toda a geração, a vegetação é rica em fartura e a água nasce em toda região. As águas de Olivença, as belas cachoeiras.
O sábio criador mostra na natureza sua eterna grandeza.

Texto: Matheus SAÓH