426 - Direito e Justiça

A sociedade é injusta, devido ao fato de estarmos rodeado pelo "Grande Império do Diabo", tanto que ele ofereceu seu "Reino" para "Jesus Cristo" quando este esteve na terra, mas o jurista não deve se centralizar em tais elementos tridimensionais, mas deve dar razão ás normas que o direito apresenta, tais normas faz com que a sociedade se submeta a regras comportamentais. 

O mundo por si só tem os seus elementos injustos, como banir as "Testemunhas de Jeová" tirando delas o direito psíquico de liberdade de religião, fato esse ocorrido na Rússia. Falar sobre justiça não é tão importante para um jurista, mas sim o fato do que é justo ou injusto seria o elemento essencial para um "Grande jurista".

Aquele que não opina, fica agindo como um alienado, não critica a ação da "Igreja Católica Ortodoxa" de falar que o "Departamento Jurídico das Testemunhas de Jeová" é extremista, só pelo fato de ser uma organização rica, esse acaba sendo como uma maioria, os mesmos que estudam "Direito", mas são desonestos nas provas falsificando documentos.

Como vivemos num mundo capitalista, há juristas que acabam amando mais a "Onça Pintada" no dinheiro que é uma nota de "Cinquenta Reais", do que amar "Cinquenta Casos" de injustiças cometidas por nossa sociedade que foram solucionadas com o martelo do "Juiz" que colocou fim a hipocrisia.

A liberdade é fundamental. Quando houve a "Abolição da Escravidão" imagine a exatidão por parte da população. 

Quando um mendigo me pedi um real na rua, logo depois vejo ele juntando suas esmolas pra cheirar cola, logo penso na injustiça naquela hora.

O "Grande Jurista" é aquele que transforma algo injusto em algo justo, é aquele que assim como "Jesus Cristo" abre os olhos dos cegos se transformando em um "Grande Rei Eterno".

O "Grande Jurista" sempre olha para o horizonte, admira a maior estrela da terra, faz da lua o seu altar, ver no futuro um mundo perfeito sem injustiças, mundo esse que o "Leão Baio" não estará extinto, e o Mendigo não estará faminto.

Texto: Matheus SaóH