425 - Estrela do horizonte

A estrela do horizonte brilhava, enquanto a água límpida caia no lago e fazia a sede de um povo cessar. Aquela floresta tida pelos índios como um paraíso estava deslumbrante e reinava eternamente. O tesouro enterrado podia valer uma fortuna para a burguesia, mas para aquela "Tribo Indígena" aquele ouro não valia nada, pois era as frutas e os frutos que os alimentava. Não era permitido derrubar os "Pinheiros" milenares, nem muito menos matar a "Gralha Azul" e o rei "Leão Baio", pois esses animais e muitos outros eram amigos eternos da tribo. O sol brilhava alimentando os corações de quem se amava profundamente, naquele trópico do oriente, a semente germinava e brotava o girassol. O vento que soprava dava fôlego de vida e os passarinhos lá em cima construía o seu ninho e todos da tribo cantavam louvor ao criador, pois o seu reino seria eterno, naquela floresta não existia cemitério. A luz brilhava e a escuridão já não tinha a sua ação, o vulcão já não entrava em erupção, nenhuma maldade se encontrava, pois o "Rei do Monte Sião" reinava... Texto: Matheus SaóH