A luz veio então na caverna, para iluminar a escuridão e trouxe alegria, o fogo acendeu então.
A luz era o que iluminava a cidade e produzia comida no chão.
O pássaro cantava, a semente brotava, o tempo passava, o mundo girava, o mar no litoral avançava.
O Pinheiro crescia, enquanto as águas nas coxilhas caia e inundava a cidade, a Gralha azul voava em plena liberdade.
O Leão Baio no alto da montanha rugia e toda vila ouvia, o rei da floresta, aqueles raios solares iluminava a terra e dava fim a toda guerra: "Luz na caverna"
Então na caverna, observando no alto do campo, o Leão Baio reinava sobre o verde, que era seu maior tesouro: a floresta, o sol iluminava a terra e brilhava sob todo o cidadão, a água que fazia brotar a semente no chão.
A Gralha azul semeava o Pinhão, o Pinheiro ficava estabelecido no chão e as asas se abriam para todos do sertão, dando liberdade, o sol dava luz a toda paisagem e a vida não tinha fim, para todos aqueles que olharam para além da escuridão, para aqueles que viam o sol brilhar na vegetação.
Texto: Matheus SaóH