O dia começa a raiar, tudo está no seu lugar, o azul da imensidão e a fruta que cai no chão.
O dia apenas começou, o Galo cantou. A Gralha Azul voou e foi no alto além da liberdade, observar o verde da paisagem.
O Pinheiro estava alegre em ver o sol brilhar, a luz brilhava lá no mar e o vento soprava na caverna, o Leão Baio ficava em sentinela e a paz reinava na floresta.
A água límpida e clara caia no lago e deixava a floresta encantada, a vida passava e alegria transbordava, vendo a beleza da terra, retratado no sorriso daquela, que leva os sentimentos de todos que a admira, como ela é bonita, como ela é linda, trabalha formiga enquanto o homem cochila.
Enquanto o vento soprava, a flor secava e caía, Deus abria a cortina e via o paraíso lá de cima.
A chama se acendia, a vida prosseguia. O Leão Baio observava o campo lá de cima, no alto da montanha, a Gralha azul voava para aliviar as asas num voo calmo e alto, que deixava o paraíso cada vez mais claro no horizonte. Atrás dos montes havia vida e o trabalho das formigas, a coxilha tinha vida, a vida prosseguia, enquanto o pássaro voava, o Sábia cantava, a dor aliviava, pois não havia sofrimento, mas apenas "Amor" naquele momento, não só no pensamento, o que era um sonho se tornou verdadeiro: "O sonho de um futuro perfeito."
Texto: Matheus SaóH