423 - Trigueira - O cântico do Rei Salomão

Onde estaria aquela "Pequena Senhorita" que tinha o mel na boca que tanto desejaria tê-la por todos os dias? Ela me dizia que era de Santa Catarina, aquela terra caia neve quando chovia, mas no verão era muito calor, tão calor que "Blumenau" dava pavor. Ela queria morar num paraíso, onde eu a observaria toda peladinha, os seus seios eu lamberia, a lua de mel seria o próprio deserto do Egito. Eu seria o seu "Bom Partido", pois tinha muitos tesouros enterrados na "Coxilha Rica", e o Leão Baio seria nosso animal de estimação, pois ele não estaria mais ameaçado de extinção. Os Pinheirais do Líbano seriam replantados no Egito pra promover a sombra, enquanto lamberia a sua vulva. O seu pescoço como a "Torre da Cidade de Davi", os seus dois seios como filhotes de um "Cervo", e a sua língua mais doce que um mel, tanto que prefiro sentir o seu cheiro como as flores do Líbano do que beber o "vinho". A sua voz suave pedindo pra deitar e penetrar, para plantar a semente que seria a nossa futura geração. Aquele que depois da minha morte reinaria então, o seu nome seria "Roboão". A "Gralha Azul" tão bonita voava e nos meus sonhos a "Sulamita" me devorava. Os seus dois olhos como os olhos de uma pomba me faria apaixonar, mas ela me deu um fora pois já era casada e o seu "Pastor" ela nunca iria abandonar. Pois é "Sulamita", você é tão bonita que fez o "Rei Salomão" chorar, mas enfim ele teve consolo das suas "Concubinas" que o fizeram "Gozar..." Texto: Matheus SaóH (Selassie)