Na escola ele era um
cara extrovertido, mas escondia atrás do seu sorriso, que na sua alma havia
espinhos.
Dentro de casa ele era
nervoso, bipolar, com ele até o céu parecia estar fora do lugar, ele era
realmente um esquizofrênico.
Paranoico: Todos
estavam contra ele, até mesmo os pais que o deram vida, ele estava contra toda
a família.
Não tinha amigos, na
rua vivia sorrindo, mas seu íntimo estava todo comido pelos desejos que vem do
coração, era um peixe fora d’água, um cara de ilusão.
Olhava pra lua cheia,
procurava nela expiração, mas apenas saiam lágrimas do olho, pois era um cara
sem orientação.
Mas num certo dia, uma
luz no céu lhe trouxe uma explicação: “Que a terra é redonda, é grande, assim
também o tamanho da nossa solidão!”
A nossa mente fica tranquila,
quando procuramos na natureza o nosso ar, a nossa respiração, foi aí que ele descobriu que existe “Deus” e que ele herdou do “Homem” imperfeição...!
Texto: Matheus SaóH
Fim!